15.7.07

para hipsters, crianças, judeus e astronautas

existe essa importância de dizer como que as coisas estão no momento.
o que estamos vivendo, presenciando, assistindo, escutando, ingerindo, sentindo. existe esse tal de legado. o presente, o nostálgico de amanhã.
existe o contar uma história. e essa história já não ser a mesma do que sexta-passada. existe o gosto insconsistente pelas coisas.
a descoberta pelo novo ou senão a vergonha pelo antigo.
existe aquele garoto lá da irlanda e aquela garota da venezuela unindo-se por uma mesma idéia.
existe uma grande diferença entre explicar como anda as coisas aqui na terra para um extreterrestre que acabou de desembarcar de sua espaçonave.
e para uma cidadão comum que tem dormido por volta de um ano.
existe o encher a boca e dizer que o rock morreu.
e mais um milhão de defesas de que isso não faz sentido.

esse é o pitiforque.
uma idéia antiga (e atrasada) minha, do guilherme e da dany, criada numa dessas empreitadas de querer viver essa geração intensamente com tudo que temos direito: música/vídeo do outro lado do mundo em cinco minutos e encarar o comportamento da massa com muito bom-humor. brincadeira inspirada no aclamado fanzine virtual americano, o Pitchfork Media, famoso por sua complexibilidade e críticos ousados, reviews de álbums com notas com casas decimais, influência significante na vida das pessoas e foco no cenário independente.


sem pretensões.


alguém aí disse que o rock morreu?
(continues...)

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