Você pode conhecer Zooey Deschanel agora pelo seu recente trabalho no She & Him(quanta criatividade), que lançou o primeiro cd agora pouco, Volume One(quanta criatividade [2]), que é legalzinho até, mas não convincente. Mas caso você ainda não esteja familiarizado com ela, você vai lembrar que ela era a mãe do repórter mirim do Quase Famosos, sim, a mãe, ela tinha 20 anos na época e conseguiram deixar ela com aparência de mãe. Caso você ainda não conheça ela, talvez você conheça o pai dela, Caleb Deschanel, que já foi indicado 5 vezes ao Oscar por fotografia mas nunca ganhou, uma das indicações foi com Paixão de Cristo, ou talvez conheça pela mãe, Mary Jo Deschanel, que é atriz e fez Twin Peaks do David Lynch. Essas informações não adiantaram em nada? Bom, então duvido que numa época da sua vida você nunca gostou de Offspring, não tinha como não simpatizar com os hits punk pop californianos, e se você gostava, talvez lembre de Zooey aqui, atuando no clipe She's Got Issues, com cabelo vermelho quase laranja nos seus 19 anos. Bom, não é a toa que ela entrou nesse meio de música depois de todo esse histórico de música e cinema, mas podia fazer um pouco mais bonito só. Mas vamos ficar com um pouco de nostalgia por aqui pois é divertido escutar essas músicas que a gente finge não gostar mais.
21.4.08
O histórico de Zooey Deschanel
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Guilherme
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06:07
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Justice no clipe dos Cavalera
É impressão minha ou o Igor Cavalera, o baterista, está usando uma camiseta do Justice? Não aquelas de D.A.N.C.E, mas da banda mesmo. Tente reparar e de quebra, assista ao bizarro clipe do Cavalera Conspiracy(confesso que gostei desse clipe estranho), dois quartos do que era o Sepultura.
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Guilherme
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18.4.08
Reformulação das Pipettes
Infelizmente, as Pipettes nunca mais serão as mesmas. Riot Becky e Rosay acabam de decretar suas saídas para a entrada de duas novas, Ani e Anna, nem me pergunte como elas são pois estou com raiva de quem sabe. Estou me sentindo, em menor proporção, do mesmo jeito quando Pete Doherty deixou(de ter condições) os Libertines, ou seja, abalado, é aquela história, vaso ruim nunca quebra, os Rolling Stones estão aí até hoje para provar isso, mas aquele vaso lindo de porcelana, parece que cai facinho no chão, sem contar que adeus pra elas no Brasil né, mesmo falando que elas vão seguir em carreiras musicais..., pelo menos diferente da Ira que abandonou o CSS pra fazer moda, quem ela acha que é...Voltando as Pipettes, que tem o melhor cd de 2006 na minha opinião(ao lado de Ys da Joanna e Warning do Hot Chip), deixam o "We Are The Pipettes" como se fosse um álbum único da banda praticamente, a primeira frase do cd era "Gwenno, Riot Becky, Rosay" e a na última música falavam que "there will never be time that we'll have to say goodbye" agora isso não vale mais, mas eu acreditei. Minha única expectativa para o próximo álbum é torcer para que não seja um fiasco. Adeus Pipettes originais, quem sabe o Coachella 2020 não reunam vocês novamente quando estiverem com botóx.
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Guilherme
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4.4.08
Goldfrapp - Happiness
Uma das poucas músicas que se salvam no cd Seventh Tree, "Happiness", acaba de ganhar um clipe, até que legal se não fosse essas liçõezinhas de moral de final de clipe. O vídeo é um cara pulando igual um canguru tentando deixar todos que passam por ele, felizes. Deve cansar ficar pulando por 3 minutos e 37 segundos no ritmo da bateria da música com um terno branco. É óbvio que eles colocaram o ator pra pular corda logo no começo, pois se ele erra, ninguém perdeu muito tempo gravando já que é um clipe feito em uma tomada só.
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Guilherme
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3.4.08
Los Campesinos! - My Year In Lists
Estava sendo injusto ao não ter postado nada sobre essa banda até hoje que tem o grande compositor do momento(minha opinião), Tom Campesinos(todos são campesinos na banda) e que lançaram a pouco mais de 1 mês o primeiro cd, "Hold On Now, Youngster" que não é tão excelente igual ao EP, mas tem várias partes memoráveis. Ele são de País de Gales e a única banda no momento que eu lembro que é de lá são os Stereophonics, não preciso nem dizer que Los Campesinos! é bem melhor. Eles já estão bem conhecidinhos pra ficar apresentando, mas é legal ver essas bandas porque as vezes a gente acha que o indie vai perder espaço e ser dominado por essas bandas com pitadas eletrônicas mas sempre nos enganamos quando aparecem bandas como Los Campesinos!, que apesar de ter violino, teclado e xilofone(as vezes), esses são meros instrumentos para dar um charme a música, pois o que prevalece aqui são guitarras, vocais, melodias e letras. You! Me! Dancing! conta com o riff mais Teenage Riot que já ouvi, mas não vou fazer um review por enquanto (preguiça e várias provas pra estudar). Entretanto vou deixar o novo clipe deles por aqui, um clipe tipo aqueles filmes bom mas com final decepcionante que você fala "e daí?", mas é legal ver todos coloridos e cantando juntos My Year In Lists.
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Guilherme
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30.3.08
publicidade of montreal
alguém me explica qual o segredo da dobradinha campanhas publicitárias + of montreal?
OUTBACK STEAKHOUSE
Público alvo: carnívoros em geral, ou para aqueles que apenas gostam de um bife sangrando, champignons rolando e legumes pulando molhados de alegria.
NASDAQ
Público alvo: investidores, acionistas e capitalistas. zzz
T-MOBILE
Público alvo: aficcionados em tecnologia móvel, jovens e qualquer criança que não sinta medo ao ver kevin barnes vestido de urubu.
YOOHOO
Público alvo: adoradores de doces, milkshakes e tortas, comilões e fat-ass, ou seja, americanos em geral. acabou virando um clipe, comercial e documentário.
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Vinicius
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Já ouvi isso antes #1
Inauguro essa coluna com a intenção das pessoas não acharem que a música vem do nada, eu sei que vocês sabem disso, mas antes de gostar de algo de primeira, é sempre bom ficar com um pé atrás pra saber se isso já não existe antes, mas se você não liga pra isso e quer escutar suas músicas sem preocupação, nem perca tempo lendo o resto. Eu sempre acho algo parecido nas músicas, sejam músicas que eu goste ou que eu não goste, a diferença está na classe de como a banda "copia", se ela copiar com classe, você vai dizer que é apenas influência, mas se for muito descarado não tem como não descer a lenha na banda. Pode parecer contraditório pois cópia é cópia igual pênalti é pênalti, mas é que o disfarce cai bem as vezes.
O que me leva a começar isso hoje é esse cd novo do Raconteurs, de longe o cd de 2008 com mais "cópias" ou "influências" até agora, sempre quis fazer isso com o Sound Of Silver do LCD, o campeão de 2007, mas já passou o tempo e vou poupá-lo disso, só pra não deixar passar tão em branco assim, apenas dêem uma escutada em Kraftwerk e Lous XIV.
Vamos começar pois Jack White após fazer bonito com o último cd do White Stripes, o melhor da dupla na minha opinião(não sei o que enxergam no Elephant), fez muito feio agora.
Faixa 01 - Consoler Of The Lonely:
A partir do 01:16 parece aqueles "chic chic slim shade" de "My Name Is" do Eminem e o baixo que leva a parte final da música aos 2:31 lembra justamente o baixo que leva a parte final da música "Power Of Equality" do Red Hot Chili Peppers.
Faixa 02 - Salute Your Solution:
O riff Parece algo qualquer da Juliette, isso que é decadência senhor White.
Faixa 03 - You Don't Understand Me:
O pianinho parece a base da música Wicked Game do Chris Isaak.
Faixa 04 - Old Enough:
Parece uma música cortada da trilha sonora de Juno.
Faixa 05 - The Switch And The Spur:
Essa despontava de longe como a melhor faixa até.....chegar o final, a partir do 03:01 talvez a "cópia" mais descarada de todas que é igualzinho o final de "The Angry Mob" do Kaiser Chiefs.
Faixa 07 - Top Yourself:
Parece White Stripes, brincadeira, isso não conta né, ótima música na verdade.
Faixa 09 - Five On The Five:
Ninguém me tira da cabeça que eles chamaram o Green Day pra tocar o finalzinho dessa música, a partir dos 03:00.
Faixa 12 - Rich Kid Blues:
Eu sei que meu argumento aqui não vai valer enquanto eu não falar qual música parece, mas essa música são várias cópias de outras músicas, eu já ouvi tudo isso antes, mas no caso eles copiaram com classe aqui, que até que ficou uma música legal.
Faixa 13 - These Stones Will Shout:
Se eu não me engano, esse violão do começo é igual ao da apresentação de "Globo Rural".
Faixa 14 - Carolina Drama:
Ok, essa é a melhor faixa do cd inteiro de longe, muito boa mesmo, mas não precisavam chamar aos 05:17 Brandon Flowers e o Killers pra encerrar a música, apesar que no finalzinho finalzinho o Jack White vai lá e dá uma
disfarçada encerrando de vez.
Resultado, 9 das 14 faixas(a faixa 07 não conta) parecem alguma coisa, sem contar algumas outras coisas clichês, a conclusão que podemos tirar disso é pedir para Jack White ir se reciclar, pois todos sabemos que talento ele tem.

"Xiii, descobriram tudo"
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Guilherme
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29.3.08
What The Fuck?
Eu sei que o título é clichê e que é meu segundo post seguido baseado em algo que li no Lúcio mas é um título bem real, apesar de bem regionalista. Alguém me responda, Bauru é a nova Seattle? Sheffield? ou qualquer outra cidade, porque olha, quando falaram que vinha o Shellac eu tive um choquinho apenas, mas agora em abril, outra banda estrangeira vindo tocar no Brasil nas cidades de São Paulo, São Carlos e.........Bauru! Não é White Stripes mas é White Williams, e diferente de Shellac, ele debutou com um cd no ano passado que ganhou um 8.3 no pitchfork. No last fm, umas das bandas similiares é a legal Caribou, mas também tem a chata Blood On The Wall, ainda no last.fm, duas das tags encontradas são: "electronic" e "all that is new and hip for the cool kids in 2008", acho que somos cool kids mesmo, pois imagino que conhecemos ele em 2008(já que o cd saiu em novembro de 2007)e também porque agora moramos em Bauru, o novo pólo, dessa vez nem show no Rio vai ter.... Qual a explicação desse fenômeno? As boas campanhas do Noroeste na primeira divisão do campeonato paulista? O astronauta Marcos Pontes? O mandato de Tuga? Ou é sorte coincidência mesmo? Claro que todos achamos que é a última opção, mas que tá legal se fingir de São Paulo, isso tá. Ah, o show é no dia 26 de abril no Sesc de novo, cairá num sábado.
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Guilherme
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28.3.08
Franz Fucking Ferdinand
Acabo de ler no Lúcio Ribeiro que o Franz vem para o Brasil pela terceira vez! Uma notícia dessa é equivalente a um gol do São Paulo na Libertadores. E você sabe o que é um show do Franz Ferdinand? Sem querer se achar mas já se achando, é O show, se você ta arrependido de não ter ido em 2006, aproveite que eles estão voltando cedo, porque se você ainda espera pra ver um show do Strokes, esse você vai ficar esperando um tempo mesmo. O Franz é quase um Elton John do Indie, só vivem de hits, eu lembro que as 5 primeiras músicas deles no show foram tipo This Boy, Come On Home, Auf Achse, Tell Her Tonight e Dark Of Matinne, isso pra não citar a sexta, sétima, oitava.....ou seja, todas músicas que as pessoas sabem de cor sem saber que sabem. Em termos de hit, cabe uma comparação com o show do Killers, que foi histórico também mas onde as atenções estão apenas para Brandon Flowers. No Franz temos Paul Thomson, um baterista monstruoso, Bob Hardy que se ele não empolga, seu baixo empolga, Nick McCarthy, o guitarrista mais carismático do indie devido a sua maravilhosa guitarra vermelha brilhante, suas excelentes performances de palco, seus backvocals super bem encaixados e riffs marcantes(Take Me Out só deve ser menos marcante que Seven Nation Army nesta década), além de Alex Kapranos com suas fáceis melodias e letras boas e irônicas. Estou falando do Franz como se fossem uma banda nova que acabei de conhecer e estou lhes apresentando, mas isso tudo é apenas empolgação pra uma banda que você não pode perder ao vivo. Outro motivo para não perder o show, é para ter vans e eu poder ir. No histórico Motomix 2006, ninguém em Bauru ousou ir. Tá bom, como eu ia perguntando mesmo, você sabe o que é um show do Franz Ferdinand?
É "basicamente" esse vídeo ai embaixo, aqui Kapranos brinca "this is a song we play very often, and this is a song we play quite often that this is the last time we gonna play this song", só que todos acreditam, incluindo eu. E o público levou tão a sério que deu nisso, reparem no povo durante a ponte que muda o ritmo e na paradinha mais pro meio onde o Alex fala "Sao Paolo" (sem
acento e sem "u" mesmo), é pura catarse.
Eu podia dar umas provocadinhas nos meus companheiros de blog mas como voltei mais sensato ao blog e não quero provocar um 2 vs 1, pararei por aqui.
Enquanto esperamos por essa realidade(sonho) distante, a gente faz o que pode e vamos encarar(literalmente) um Shellac na terça feira. Olha esse foto, o cara parece o Renato Russo mendigo.
Não me venha falar que o cara do Shellac, o Steve Albini produziu Pixies(grande merda), Nirvana(ganhou meu respeito) e de quem ninguém fala, Joanna Newsom (vai valer um pedido de autógrafo pra ele no encarte que eu tenho e seu nome aparece escrito bem grande), pois isso não altera no som ruim que ele faz, é apenas um produtor que quer achar que é mais que isso.
Pra terminar, eu não sei como pronuncia Shellac, eu falo "Xeláqui" mesmo.
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Guilherme
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25.3.08
...but here comes the fall!
após exatas 2 semanas do show da banda interpol, e ainda em depressão pós show, não podia deixar de falar da banda. quem foi, sabe que a sensação de estar lá foi absurdamente inexplicável, tomada por um bocado de sentimentos sem descrição. foi além de qualquer expectativa e de deixar qualquer um de boca aberta.
e com certeza um dos fatos que mais chamaram a atenção foi o profissionalismo com que a banda executa cada música com extrema perfeição. e como prova disso, e como forma de descontração também, mostro um trechinho do show deles no festival super bock super rock (SBSR), em portugal, onde o daniel kessler, guitarrista da banda, mostra como ter estilo e profissionalismo sempre!
a "queda" do daniel aconteceu enquanto eles cantavam "obstacle 1". pra quem quiser assistir o vídeo com a música completa, tem o video abaixo.
tadin do daniel!
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dany
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20:18
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"Eating pizza is really great, so is destroying everything you hate"
Frases como essa do título e "let's go and kill someone" de Black Hole, ou da música Becky "Me and her, we'll kick your ass, we'll wait with knives after class" ou a música inteira Blow Yr Mind cujo título fala por si só, foram proibidas de chegarem aos ouvidos dos norte-americanos, pelo menos estão tentando fazer isso, uma semana após o lançamento do Get Awkward do Be Your Own Pet, foi decidido que as próximas edições do cd não poderão conter Black Hole, Becky e Blow Yr Mind por serem muito violentas.
E com tanta coisa pior por ai, 50cent falando que foi baleado, Eminem falando de enterrar a mãe, foram pegar justo o Be Your Own Pet que nem são tão sérios assim nas letras, vai entender...
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Guilherme
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Björk 3D
Eu achava que os video-games estavam indo longe demais, que cada vez estavam mais perfeitos, mas parece que a Björk vai lançar um clipe acima dessa qualidade. Convencida agora que não leva jeito para a música mesmo, Björk agora passa o tempo tentando desenvolver idéias para bons clipes, pelo menos isso parece que ela conseguiu dessa vez.
Aqui vai um pequeno preview mas de baixa qualidade
http://www.youtube.com/watch?v=uw2rvU7R1Jc
Se você quiser se impressionar com as imagens mesmo, entre neste link: http://www.pitchforkmedia.com/article/news/49512-boy-bjorks-3-d-wanderlust-video-looks-awesome
Vou deixar apenas uma foto por aqui como aperitivo.

Até que enfim uma bola dentro hein Björk?
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Guilherme
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20.3.08
Review: Be Your Own Pet - Get Awkward

Be Your Own Pet - Get Awkward (2008)
"I'm not the girl that I was before" afirma Jemina Pearl em Creepy Crawl, um dos pontos altos do álbum, mas o que será que isso significa? Que ela mudou pra melhor ou pra pior? Na verdade os 2 dependendo de cada música. Get Awkward traz mudanças pra melhor, mas há muitos equívocos, o que faz o primeiro cd ser superior a esse.
Super Soaked e Twisted Nerve, são onde Jemina apresenta sua melhor forma, o que fazem por isso ser duas das melhores no álbum, especialmente Twisted Nerve, aqui então notamos um avanço de Jemina, reparem no "Goddam" ou no "You make me go craazyyy" dela, é de tirar o fôlego. Porém em Becky, além de ser uma música que não combina com os moldes do BYOP, contém uma letra de meninas da quarta série, sobre brigar com a melhor amiga e colocar todo mundo contra ela, quantas vezes não presenciei isso no primário ou no ginásio, apesar de ter partes que grudam na cabeça, chega a ser uma vergonha alheia essa música, é aqui que Jemina mudou para pior por exemplo.
O guitarrista Jonas Stein sofre do mesmo mal de Jemina neste álbum, ótimo riff em Kelly Affair, guitarras deliciosas em Zombie Graveyard Party, Black Hole e Creepy Crawl, mas as vezes deixa-se levar pela falta de idéias, que é o caso de Heart Throb, que apresenta um solo pífio, ridículo, destruindo toda a energia da música, ou em Bitches Leave, a pior do álbum, onde Jemina se esforça, mas Jonas não consegue acompanhá-la, para tentar consertar, ele manda um solo todo virtuoso que parece Red Hot na época do Blood Sugar Sex Magik, o problema é que Be Your Own Pet não combina nem um pouco com RHCP e a música foge inteirinha do contexto.
You're A Waste tenta ser a novo October, First Account e até chega perto, ótima faixa. Já Blow Yr Mind tenta ser a nova Let's Get Sandy, mas apenas só existe um monte de barulho e não há nada coerente.
No primeiro cd, Ouch encerrava com chave de ouro, sendo esta, a melhor música, enquanto para este disco, eles escolheram The Beast Within, mais um dos equívocos, música fraquinha totalmente incondizente para fechar um álbum. Ainda no quesito músicas fracas, temos Bummer Time, que faz parte da seqüencia lastimável do cd Blow Yr Mind - Bummer Time -Bitches Leave, o melhor a fazer é pulá-las.
Pra não dizer que mudaram em tudo, podemos ver a essência Be Your Own Pet na excelente e empolgante Food Fight e também na Zombie Graveyard Party que fala sobre zumbis e comer cerébros, um tema comum para a banda.
Voltando a primeira frase, da pra realmente concluir que Jemina e sua banda mudaram na grande maioria, valeu a experiência, mas que da próxima vez mudem só para o alto nível de Twisted Nerve e cia, pois os pontos fracos do álbum prejudicam muito em seu andamento.
Nota: 6,7
Tracklist:
->01: Super Soaked
->02: Black Hole
03: Heart Throb
04: Becky
05: The Kelly Affair
->06: Twisted Nerve
07: Blow Yr Mind
08: Bummer Time
09: Bitches Leave
10: You're A Waste
11: Food Fight
12: Zombie Graveyart Party
13: What's Your Damage
->14: Creepy Crawl
15: The Beast Within
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Guilherme
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18.3.08
this one's called stella was a diver and she was always down
...disse paul banks, exatamente como deveria ser, já nos momentos finais de seu show, nesta última terça-feira chuvosa de são paulo.
a música, o clássico épico da banda como ouvi por aí, trouxe para o momento aquele sentimento de cair a ficha, alívio, ou o que quer que seja. esperei extasiadamente não só escutar a trilha sonora de minha vida quanto pude notar a responsabilidade da banda, um tanto quanto tardia, de não só aniquilar os fantasmas do passado demonstrando sua autenticidade livre de influências, como destacar-se papel importante para a cena atual do rock, os amigos next door dos strokes, daquele tão lembrado começo de década.
qualidades e adjetivos, mesmo que um pouco previsíveis por parte daqueles que presenciaram e escreveram sob regime depressivo pós-show, não faltam: soturno, sombrio, gélido, assolador, frio, memorável, inesquecível. é difícil definir, se eu pudesse apenas explicar, seria algo próximo de "talvez se eu não gostasse da banda, sairia de lá surpreendido". e quando falo difícil, é porque talvez eu não consiga controlar minha imparcialidade e temo, sem expectativas, que os próximos shows de bandas, ainda há desbravar nossa terra, pareçam sem graça.
SET LIST
pioneer to the falls
obstacle 1
narc
c'mere
scale
say hello to the angels
mammoth
no I in threesome
hands away
slow hands
rest my chemistry
lighthouse
evil
heinrich maneuver
not even jail
(encore)
NYC
stella was a diver and she was always down
PDA
"you're fucking awesome".
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Vinicius
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7.3.08
psicodelia? new rave? epilepsia fotossensível?
Pelo visto, essa semana, ressucitaram a moda-fenômeno "televisão epilética", que não ouvíamos falar desde do ano passado com o polêmico logo subliminar das Olimpíadas em Londres 2012 e o lendário monstrinho amarelho Pikachu piscando suas bochecas 54 vezes em 5 segundos.
A estréia do videoclipe "Run" da bacana dupla Gnarls Barkley, mesmo ileso de conteúdo inapropriado e violência, não se safou da banição da MTV americana e outras emissoras devido ás seus efeitos estroboscópicos de luzes, que segundo alguns especialistas tendem a causar "sérissimos" ataques epiléticos e crises hipnóticas.
Ok. Balela. Não senti nada.
(...)
E não é que pesquisei á fundo, e vi que a coisa é meio do mal:
Tudo começou com tecnicas hipnóticas para aumentar a identificação do telespectador, uma tecnica que os desenhistas de animação nipônicos conhecem como ''Shigueki'', termo que designa um forte estímulo visual que prende a atenção; uma subdivisão desta técnica é chamado ''Paka-Paka'', o pisca-pisca, luzes de determinadas cores piscando em velocidade taquicoscópica-subliminar, mais veloz que uma lâmpada de estroboscópio de dançeterias.
Então, vínhamos sendo enganados pela tal tendência desde a viagem pela espaço em 2001, passando pelo psicodélico mixed bizzness e chegando até raios catódicos dos brilhantes new ravers?
ATENÇÃO!
SE VOCÊ JÁ SOFREU CRISES DE CONVULSÃO, EPILEPSIA OU DISTURBIO HIPNÓTICO, NÃO CONTINUE!
>>> standing in the way of control - GOSSIP
>>> je veux te voir - YELLE
>>> gravitys rainbown - KLAXONS
>>> boyz - M.I.A.
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Vinicius
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6.3.08
Thao Nguyen
Se você ainda não escutou Thao Nguyen and The Get Down Stay Down, então trate de providenciar logo seu recente e primeiro cd, o "We Brave Bee Stings and All", muito bom e viciante.
Um clipe de quebra para quem primeiro quiser ter uma noção.
Bag Of Hammers
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Guilherme
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3.3.08
Justice - DVNO
Mais um excelente clipe do Justice, quase que publicitário de novo, cheio de logos que prenderá sua atenção quase tanto como o que fez as camisetas de D.A.N.C.E.
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Guilherme
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29.2.08
déjà vú
não usando o chavão de comercial de absorventes "meu dia-a-dia é repleto de qualquer coisa..." mas já usando... meu dia-a-dia é repleto de dejavus. e quando digo isso, não tô querendo entrar numa discussão sobre o que é descaradamente plagiado, ou conexões esdruxúlas de coisas que me fazem me lembrar de outras já feitas e tal. esse papo rende que cansa.
eu falo sobre aquele sentimento sincero que toca as últimas fibras da bainha de mielina de nossos neurônios. é aquela coisa querida que está guardada lááá no fundo, que buscamos desesperadamente em contato com a imagem do momento, e perguntamos mil vezes para nós mesmos "porra, da onde já vi isso?", seguido de uma sutil lembrança. um alívio. um sorriso.
ok. voltemos então para 2007. sim, e me desculpe se não tô modernamente humorado pra mantê-los por dentro da vibe atual juno moldy peaches lo-fi mallu magalhães <--- insira mais tags--->.
bat for lashes. a paquistanesa radicada inglesa que fez um sucessinho na cena indie inglesa da época, que embora comparada com meia dúzia de cantoras do ramo é dona de um dos melhores videoclipes do ano: o sombrio, coreografado e anti-feist, "what's a girl to do".
...é aí que eu queria chegar.
acontece que o clipe não é, ou pelo menos não acredito que seja, apenas coincidência mas sim visíveis referências ao clássico e alternativo thriller de 2001, "donnie darko".
confesso que mesmo se um dia alguém responder que não é, adorei. quase um tributo. e se a paranóia me permite:
#1
natasha kahn está andando sozinha de bicicleta,
o mesmo faz o personagem principal do filme,
donnie, interpretado pelo ator jake gyllenhall.
#2
ela usa algo semelhante a um pijama,
azul, da mesma cor de donnie,
o que remete ao sonambulismo do protagonista.
#3
um plano sequência em movimento, árvores e night shots.
esses espectros de luz que refletem no widescreen
todo também estão presentes ao longo do filme.
#4
um dos ciclistas fantasiado com máscara de coelho
faz lembrar muito frank, o coelho assustador.
o que leva ao acidente de carro.
#5
o fato dos ciclitas aparecer e sumir faz pensar
que na verdade eles existem apenas na mente
da personagem solitária do clipe,
como agia donnie em sua rotina,
apelando para seu amigo imaginário, frank.
e claro, outros mais, mesmo que ainda indecifráveis, como a placa de "dê a preferência" que surge misteriosamente no minuto 01:27 (medo) e até ambos falarem sobre escolhas e atitudes que resultam tanto no nosso passado como futuro.
...
e se não bastasse, toda vez que assisto essas coisas, é como se meu subconsciente dissesse que isso é muito sombrio. uma coisa que me faz arrepiar desde que eu era criança. aí que demorei pra lembrar, mas:
- professora, tem um gato, um rato e um outro animal lá fora...
22.2.08
Pump Up The Volume
O novo clipe ruim vergonha alheia da ótima Pump Up The Volume do Art Brut, que eu idolatro.
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Guilherme
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21.2.08
Klaxons + Rihanna
"Você já imaginou Klaxons tocando com a Rihanna?"
Não? Nem eu.
Tudo bem que eles fizeram a versão pra My Love do Justin e ficou ótima mas olha aonde chegaram agora. Aconteceu ontem no Brit Awards onde tocaram aquela música que ninguém conhece, "Umbrella". A música ganhou um ritmo It's Not Over Yet e refrões com os famosos ohhhh ahh de Golden Skans.
Bom, tire suas conclusões dessa apresentação piramidal.
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Guilherme
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20.2.08
Review: Hot Chip - Made In The Dark

Hot Chip - Made In The Dark(2008)
O desafio já está lançado para as outras bandas, esse é o álbum a ser batido de 2008, todos tem aproximadamente 11 meses para apresentarem algo melhor que Made In The Dark. Você achou que após "Boy From School" e "Over And Over" eles já tinham usado todas suas forças? Não que avulsamente hajam músicas melhores, mas esse cd do começo ao fim satisfaz mais que o excelente The Warning, até eu fui pego de surpresa nessa, e como foi bom ter sido pego de surpresa.
Talvez por alguns instantes você confunda a introdução da música de abertura, "Out At The Pictures" com a introdução de "The Skin Of My Yellow Country Teeth" do Clap Your Hands Say Yeah, mas isso não deve durar nem 2 segundos. Assim como "Careful", "Pictures" tem o papel de deixar o terreno limpo para a continuação do álbum, e consegue.
O primeiro single, "Ready For The Floor", tem um ritmo pulsante totalmente condizente com o título e uma virada tão simples pro refrão mas de deixar qualquer um boquiaberto, Alexis Taylor tem uma das vozes mais bonitas hoje em dia, mas Hot Chip não seria tão legal sem os vocais complementares grossos de Joe Goddard(o mesmo que soletra em "Over and Over"), que é essencial para essa música. Se você concorda que "Ready For The Floor" tem uma virada de matar, espere até escutar "Don't Dance", onde dessa vez não da para entender o motivo de Alexis pedir para não dançar, a mágica acontece aos exatos 02:22 de música e é certamente um dos pontos altos do disco.
Tá bom, agora eu prometo parar de falar sobre essas viradas, mas eu preciso falar dessa última, "Shake A Fist", a música mais sensacional do álbum para mim, deixa evidente todas as misturas da banda, som de video-game, ritmo funk-eletrônico-dance, vocal soul e ocasionalmente, rock. A música começa, como quem não quer nada, com aquele fundo Aztec(quem jogou Goldeneye pra Nintendo 64 sabe do que estou falando) até tudo parar e vir alguém dar uns avisos e terminar falando "This game is called Sounds of the Studio", pronto, depois desse aviso você pode apreciar essa bela virada do álbum, sons que parecem tiros de jogos espacias, o ritmo funk de novo, gritos ao estilo filme de terror lado-B, uma pausa pros vocais e.... mais uma virada! E essa é a melhor! Não sei nem descrever, por algum motivo sempre lembro do solo final de "The Way" do Fastball, mas aqui é mil vezes melhor. Acho que por isso na seqüencia vem "Ready For The Floor", pois quem sobrevive a esta faixa, está pronto pra qualquer coisa.
Um ponto interessante do Made In The Dark, são as cinco músicas lentas que ele apresenta, e todas muito boas, são elas: "We're Looking For A Lot Of Love", a faixa título, "Made In The Dark", "Wrestlers" (a mais legal), "Whistle For Will" e "In The Privacy Of Our Love" (a mais bonita). Embora em grande quantidade, é verdade, elas conseguem no momento que você escuta fazer você não sentir saudades de "Look After Me" e "So Glad To See You", essa última, praticamente um clássico para mim do The Warning.
Deixando a calmaria de lado novamente, ainda há tempo para falar de mais duas faixas excelentes; "One Pure Thought" tem uma introdução de guitarra(coisa rara pro Hot Chip), os vocais duplos perfeitos já citados e melodias primorosas por parte de Alexis Taylor", tem também as vira.....ok. "Hold On", a faixa mais longa do cd, tem um ritmo paranóico(o que quer que seja isso), um refrão viciante onde é repetido exaustivamente o nome da música, uns "Hey" de Joe Goddard seguido de um de seus melhores vocais no disco e uma sessão instrumental ao fim da música, e o melhor, nem parece que foram 6:20 de música, e quando uma música longa passa rápido significa que ela é boa mesmo, 5 minutos de Mars Volta, por exemplo, são bem mais cansativos.
Hot Chip, depois de duas das melhores músicas desta década, e agora com Made In The Dark, dá um grande passo para serem lembrados como uma das melhores bandas de sua época, criativos e inovadores, nem me fazer lembrar do fiasco que foi o show deles no Tim 2007, mas não foi culpa deles. Hot Chip é fácil a melhor banda dessas que estão incluidas no chamado electro-dance-rock-qualquercoisa de hoje, Alexis Taylor não merece mais ser confundido com Rivers Cuomo e sim o inverso deve acontecer; e sei que isso que vou dizer agora pode e certamente causará a ira em algumas pessoas, mas o aclamado James Murphy e seu superestimado Sound Of Silver(que eu gosto bastante, só ver meu LastFm), precisam entrar na escolinha desde já se quiserem acompanhar esse fenômeno inglês chamado Hot Chip.
Nota: 9,3
Tracklist:
01: Out At The Pictures
->02: Shake A Fist
->03: Ready For The Floor
04: Bendable Poseable
05: We're Looking For A Lot Of Love
06: Touch Too Much
07: Made In The Dark
->08: One Pure Thought
->09: Hold On
10: Wrestlers
->11: Don't Dance
12: Whistle For Will
13: In The Privacy Of Our Love
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Guilherme
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04:59
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Last Shadow Puppets
Outro projeto paralelo, agora de Alex Turner, o Last Shadow Puppets, lançará seu também cd de estréia em abril deste ano, entitulado "The Age Of The Understatement".
Pra que Alex Turner quer um projeto paralelo? Bom, eu acho que deve ser pra ajudar seu amigo pobre Miles Kane, que será a dupla de Turner no disco.
A produção fica por conta de James Ford que produziu o "Favourite....", acredito que as músicas sejam legais, mas por mais que eu ache que Alex Turner não deveria fazer isso tão cedo, pelo menos vai servir pra mostrar o quanto os outros integrantes obscuros e subestimados do Arctic Monkeys são importantes, e será muito estranho ouvir a guitarra e as prováveis paradinhas de Turner sem a bateria(e caretas) de Matt Helders.
Enfim, não sendo igual a pífia carreira solo de Albert Hammond Jr., já será alguma coisa.
Tracklist:
01 - The Age of the Understatement
02 - Standing Next to Me
03 - Calm Like You
04 - Separate and Ever Deadly
05 - The Chamber
06 - Only the Truth
07 - My Mistakes Were Made for You
08 - Black Plant
09 - I Don't Like You Any More
10 - In My Room
11 - Meeting Place
12 - The Time Has Come Again
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Guilherme
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Correcto
É muito provável que em 2008 saia o terceiro cd do Franz Ferdinand, pelo qual eu estou muito ansioso, mas enquanto a hora não chega, o baterista do Franz, Paul Thomson, aparece com um projeto paralelo chamado Correcto que já lançará seu álbum de estréia na semana que vem.
O que será que podemos esperar da Correcto?
Tracklist:
01 - Inuit
02 - Do It Better
03 - Joni
04 - Save Your Sorrow
05 - Walking to Town
06 - No One Under 30
07 - Here It Comes
08 - Downs
09 - Even Though
10 - New Capitals
11 - Something or Nothing
12 - When You Get Away From Me
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Guilherme
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14.2.08
Supernatural Superserious
R.E.M. está de volta com um clipe que não cheira nem fede, mas com uma boa música.
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Guilherme
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11.2.08
melhores momentos do grammy
confere ai os melhores momentos do grammy!
a apresentação via satelite da amy:
kanye west com a dupla francesa daft punk:
e o momento que amy winehouse leva o 5º prêmio, 5 entre as 6 categorias que concorria.
no video, o prêmio do "record of the year":
a academia premiou também artistas como foo fighters, white stripes, justin timberlake, beastie boys, chemical brothers, bruce springsteen e o produtor musical marc ronson.
a lista completa você confere no site oficial do grammy.
a cerimônia também homenageou os beatles com parte do espetáculo "love", do famoso cirque do soleil, que também levou um prêmio na categoria "best compilation soundtrack album for motion picture, television or other visual media".
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dany
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10.2.08
she said yes yes yes to the grammys!

a diva britânica amy winehouse, na rehab ou fora dela, promete fazer sim sua apresentação no grammy apesar da recente briga diplomática pra conseguir o visto pros states.
conhecida pelos seus escândalos envolvendo o abuso de drogas e álcool, além do comportamento desleixado após a prisão do marido blake fielder-civil, teve o visto negado justamente pela má conduta. porém ela vai garantir sua presença sim: via satelite!
ainda não foi confirmado se a música que irá cantar é o hit "rehab", mesmo porque o famoso "no no no" foi deixado pra trás esse mês, quando finalmente deu entrada numa clínica de reabilitação.
com seis indicações ao grammy, entre elas album e música do ano, ela só perde em indicações pro kenye west, que concorre em oito indicações.
se quiser dar uma conferida nos indicados às categorias, da uma olhada no site oficial: http://www.grammy.com/Grammy_Awards/50th_show/list.aspx
a cerimonia acontece hoje e você pode conferir o red carpet no e! as 21hs e a premiação ao vivo pela sony as 23hs (horário de brasília).
ouvindo: amy winehouse - "wake up alone"
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dany
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12:24
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8.2.08
Vermelho
Falando em capas e tracklists, vamos aproveitar pra falar do Guillemots.
Eles que tem o "Red", segundo cd da banda, marcado para sair 24 de março.
O disco contém uma (provável) capa um quanto tanto bizarra, cabe a você interpretar o sentido disso aí.

Eles que comentaram faixa a faixa do novo disco e vou repassar aqui traduzido não tão perfeitamente, quase ao pé da letra, mas que dará uma noção a você de saber como será "Red".
***
‘Kriss Kross’
Fyfe: Massiva
‘Big Dog’
Arista: Essa faixa é nossa tomada onde contemporâneo R&B encontra Prince e George Michael em uma festa de estúdio de Justin Timberlake em Los Angeles.
‘Falling Out of Reach’
Greig: Eu gostaria de achar que soa como isso pudesse vir da gravação ou trilha sonora de Jimmy Cliif para o filme "Balada Sangrenta". Conjures(??) para mim, um quente verão para se apaixonar.
‘Get Over It’
MC Lord Magrao: Nós passamos algum tempo nessa tentando fazer soar moderna sem perder a pegada clássica. É sobre frustração adolescente que todos nós passamos em algum momento.
‘Clarion’
Fyfe: R&B de música de desenho animado chinês sobre ser uma garota frágil.
‘Last Kiss’
Arista:Começou em um jam já tarde da noite onde Greig, MC e eu gravamos de um modo amador em um laptop. Nós mantemos a bateria e vocais originais e pusemos isso dentro de um som medieval dançante com inspirações em "Toxic" (Britney Spears).
‘Cockateels’
Fyfe: A discoteca de Bollywood que Greig visita a cada noite quando está sem sono.
‘Words’
MC Lord Magrao: Nós estamos tocando essa canção por um tempo agora. É uma de minhas favoritas no álbum. Eu lembro da primeira vez que escutei isso em casa de noite. Depois que terminamos, eu quase chorei. Os vocais de Ida dão uma textura diferente nas palavras. Simplemesnte lindo.
‘Standing On the Last Star’
Greig: Bateria com ritmo de sino em cima de um riff no estilo Johnny Marr e uma doce melodia cantada como Roy Orbison. Também tem minha frase favorita no álbum: "someone has left the taps on in the sky”.
‘Don't Look Down’
MC Lord Magrao: Essa foi muito empolgante trabalhar. Nós tentamos através de vários diferentes aspectos durante o processo de gravação e mixagem e finalmente conseguimos o que queriamos. Incrível bateria de Greig.
‘Take Me Home’
Greig: Com a participação de Stazzy Bells na bateria aka Aristazabal Hawkes. Um lamento sobre a batalha entre cabeça e coração.
***
Se você achou a tradução ruim e se sai melhor lendo em inglês mesmo, vá direto a fonte então: http://www.drownedinsound.com/articles/2877759
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Guilherme
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02:00
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7.2.08
Walk It Off
Walk It Off, esse será o título do próximo cd do Tapes 'n Tapes, que sai dia 8 de abril (óbvio que na internet vaza antes). A frase "Walk It Off", é parte da letra da penúltima música do cd, "Lines".
Dêem uma olhada na capa e no tracklist do cd, detalhe em uma música com o nome "George Michael" e mais uma "Conquest" pro mundo indie. Sem contar na "Blunt", que esperamos não ter nada a ver com James Blunt.

Tracklist:
01: La Ruse
02: Time of Songs
03: Hang Them All
04: Headshock
05: Conquest
06: Say Back Something
07: Demon Apple
08: Blunt
09: George Michael
10: Anvil
11: Lines
12: The Dirty Dirty
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Guilherme
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01:54
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3.2.08
Novas do Yeah Yeah Yeahs
Pra quem ainda está esperando o novo layout do Pitiforque, enquanto isso pode ir dando uma conferida no novo layout do site do Yeah Yeah Yeahs.
http://site.yeahyeahyeahs.com/
Reparem nas fotos embaixos a cada link diferente contendo umas fotos muito .... estranhas do Brian, no mínimo, cadê aquele nerd que conheciamos? E esse novo cabelo da Karen meio cogumelão?
Eles, que em comunicado recente, disseram que estão compondo e gravando um novo álbum! Cada membro da banda estava se dedicando a algum projeto paralelo qualquer (tipo trilha de filme infantil) e agora, finalmente, se reuniram para fazer o sucessor de Show Your Bones.
Todo fã deve estar se perguntando se com o EP lançando em julho passado, se eles vão voltar a fazer um som cru e ácido como do Fever To Tell ou se vão seguir no estilo mais elaborado do Show Your Bones que vão ficar reclamando que eles deviam parar de fazer isso. Ou quem sabe algo totalmente diferente, vindo deles, nunca se sabe né.
Independente do estilo que for, eu sempre acho díficil decepcionar-se com Karen, Nick e Brian.
Agora é torcer pra eles não ficarem nos enrolando.
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Guilherme
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06:45
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2.2.08
plantão pitty enforca
Não liguem para bagunça.
Em breve voltaremos com a programação normal.
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Vinicius
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23:38
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31.1.08
Review: These New Puritans - Beat Pyramid
These New Puritans - Beat Pyramid(2008)
O ano mal começou e já temos uma surpresa mais do que agradável, o álbum Beat Pyramid do These New Puritans, que é facinho o melhor álbum de janeiro.
These New Puritans são três moleques(os gêmeos Jack e George Barnnet e o não-gêmeo Thomas Hein) e uma menina(Sophie Sleig-Johnson) que devem ter no máximo 20 anos aparentemente de Southend, na Inglaterra. Jack(vocal/guitarra) e Thomas (baixo) querem ser o Ian Curtis no palco, mas com as mãos ocupadas por seus instrumentos, isso fica díficil. Sophie assume os sintetizadores, e George a bateria. Eu os definiria como uma espécie de rock epilético, se é que isso existe, vocês entenderão melhor quando ouvirem. Devidamente apresentados, vamos ao álbum.
Beat Pyramid apresenta um começo um tanto quanto místico, músicas falando sobre numerologia e cores, quase seu horóscopo diário. Mas é logo nessas duas músicas que eles já depositam grande parte de sua força. "Numerology AKA Numbers"
explica direitinho pra gente o que cada número significa(não como a Xuxa apresenta as letras), e ainda apresenta um trecho com uma atmosfera incrível durante o "numbeeeeeers, numbeeers...."; em seguida guitarra suja e bateria empolgante, é
"Colours", que apresenta um ótimo riff depois e durante os "go go go...." e termina com o final quase que melancólico, que encaixa perfeitamente na música.
"Swords of Truth" tem uma introdução onde você acha que entrará a Beyonce cantando, mas é quase isso, no meio de tantas misturas ao longo do cd, aqui é onde fica mais claro a influência do hip hop no trabalho deles.
Já no meio do disco, encontramos as músicas mais interessantes: "Elvis" é um hit instantâneo e que foi botado pra tocar na coleção "Cavaleiros Urbanos" da Ellus, durante o São Paulo Fashion Week, é daquelas músicas que você coloca no modo de repetição do Media Player, aqui é onde o vocal parece ser mais epilético, como eu disse no ínicio, não é díficil imaginar Billy Joe cantando essa música com aqueles olhares pro nada e com as veias saltadas no pescoço. Já "En Papier", não tem nada de hit, mas é onde a banda apresenta seu trabalho mais consistente, é uma mistura de várias coisas, o que as vezes pode não dar certo, mas nesse caso deu, um começo Death From Above 1979 seguido de um riff ritmado de uma nota só antecede o refrão cantado ao estilo Blur antigo, emendando na seqüencia uma parte semelhante do que faz Carl Barat cantando "What Katie Did", quase que sussurrado com um fundo que se encaixaria perfeitamente em uma música do....Battles(!?). Não contentes, fazem um final que lembra de longe o encerramento de "Rebellion" do Arcade Fire. Passados quase 5 minutos e você pode voltar a respirar.
Ainda há espaço de destaque para a "mkk3", que lembra Rakes nos bons momentos e para a instrumental "Doppelgange", que na verdade é a única instrumental decifrável do álbum. Já "C.16th", "Infinity Ytinifni" e "£4" primam pela repetição em seus refrões.
A última música de verdade do Pyramid, é "Costume", a única música inteiramente lenta, o que não é ruim de jeito nenhum, seria até interessante ver mais músicas lentas dessa banda que faz muito barulho durante o álbum inteiro, mas barulho muito bem feito.
Voltando para Numerology onde Jack Barnnet Canta:
"Number 1 is the indvidual
Number 2: duality
Number 3, ? numerology is all shit
Number 4 is the number that runs through this music
Number 6 is the sword on your neck
Number 7: surreality
Number 9, this is where the cycle ends
Number 10, here we start again"
Ele se esqueceu justamente dos números 5 e 8, que são os número que formam a nota desse cd. 5,8? Não!
Nota: 8,5
Tracklist:
01: ...ce I Will Say This Twice
->02: Numerology (aka Numbers)
->03: Colours
04: Swords of Truth
05: Doppleganger
06: C.16th
->07: En Papier
08: Infinity YtinifnI
->09: Elvis
10: £4
11: mkk3
12: 4
13: Navigate - Colours
14: H.
15: Costume
16: I Will Say This Twi...
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Guilherme
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14:40
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(Re)estréia Pitiforque
Ok, nem 20 pessoas devem saber que isso existe, então isso aqui parece mais uma estréia para todos do que reestréia.
Pitiforque, idéia de fevereiro de 2007, várias estréias adiadas até ela acontecer em julho de 2007, não deu certo, não estou culpando ninguém pois até eu fiquei meio preguiçoso também.
Mas agora, 31/01/08, fica marcado como a reestréia e a suposta data que poderemos comemorar o aniversário do "piti", do "ptfq" ou de como quiserem chamar.
A idéia é mostrar nossos pontos de vistas(com textos nem sempre primorosos) que as vezes podem não ser tão convencionais, tentar fazer que as pessoas não acreditem em todas recomendações e não-recomendações de Lúcio, Pitchfork e cia, não endeusar mitos só pelo nome famoso, não fazer ninguém parar no tempo e enfim, não precisa acreditar na gente também, se você ver alguma nota baixa aqui, puxe o cd e tire suas próprias conclusões, daremos dicas aqui, mas quem tem que formar sua opinião é você.
Prazer, sou Guilherme, em breve você estará lendo o Vinicius e a Daniela também. Tem pessoas que acham que power trio é a formação mais legal pra uma banda, quem sabe então não dá certo aqui enquanto não tivermos as mais ou menos 50 pessoas da staff do Pitchfork.
Uma boa lida para todos e não fiquem tentando achar erros de português, esse não é nosso emprego.
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Guilherme
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14:14
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